Archive for May, 2009

Dominik Eulberg – Sansula

Vídeo para “Sansula”, de Dominik Eulberg, dirigido por Dirk Rauscher. A música não é lá essas coisas, mas o vídeo é fenomenal. [via bigod, nerdcore]

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Banzai – Uma Linda Mulher em busca de carros

Clipe do programa britânico de 2001 Banzai, parodiando os bizarros e cruéis game shows japoneses. No quadro acima, Emily Booth anda pelas ruas à noite perguntando aos motoristas “o que você quer?” em troca de seus carros. Você vê, ela quer apenas comprar um carro e busca negociar, mas por algum motivo ocorrem muitas confusões.

Infelizmente esse quadro, que não faz parte de uma série, parece ser o melhor de Banzai. Recentemente vários clipes do programa foram colocados no Youtube, indo do curioso com os Wheel of Misfortune, passando por loiras se beijando, até o genuinamente japonês em grau de mau gosto na TV, como este clipe onde devemos adivinhar qual das garotinhas é na verdade um “pequeno travesti”.

Japoneses reconhecem e admiram os ingleses como pares. Há alguma coisa sobre viver em arquipélagos e a loucura.

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[DYT]

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Paisagem de memes

ceiling

Navegue pelos cenários dos memes mais famosos e descubra como neurônios valiosos de sua memória estão armazenando detalhes tão relevantes sobre o complexo mundo que nos cerca. [Nerdcore]

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Jerboa Pigmeu

uóóóóó. Já comentei que os Jerboas devem ter sido inspiração para os rinogrados. [erueru]

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Cabelos lisos, sedosos e DRAMÁTICOS

Um comercial de xampu Tailandês (para a Pantene) com todos os clichês dramáticos possíveis em uma história completamente sem sentido sobre uma pequena garota que se aproxima de um pedinte tocador de violino, mas é perseguida por uma outra garota com problemas mentais. Ao final, um violino juntado com durex e cabelos que adquirem vida própria associados a campos de trigo vencem todas as dificuldades.

É interessante como a publicidade tenta apertar nossos botões emocionais, e como visto de outras culturas – seja no tempo ou espaço – isso fica gritantemente claro.

Cigarros não tornam ninguém um esportista, cabelos são queratina morta e não precisam ser “nutridos” como trigo. [haha.nu]

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É tundum-pá ou tudum-pá?

O professor austríaco Richard Johanssen, PhD, que ministra aulas de onomatopéia percursiva aplicada, afirma que o certo é "tundum-pá". O "tum" ou "tom", vem do instrumento que gera o tal som e é comunmente chamado de tom-tom (ou tum-tum, dependendo da variação regional). Para diferenciar entre o som do tum-tum mais grave para o mais agudo, costuma-se usar a onomatopéia "tum" para o agudo e "dum" para o grave (apesar de eu usar o nome tom-tom, sempre soube que o som era com "u"). O "pá" é o som da batida de uma baqueta no "tarol" ou "caixa" (como é mais conhecido); se fossem duas baquetas, o correto seria "prá" ou se a batida fosse em dois golpes sequenciados da baqueta (sem bater no aro, diga-se de passagem), teríamos o "pará".
O Tundum-pá, olhando dessa forma, expressa erroneamente a sequência que a bateria realiza para demarcar o final das piadas, o famoso "podem rir agora". Dentro dos rigores acadêmicos, o correto seria "pará-pssssss", mas o "tundum-pá" parece ter ocupado a preferência do ocidente após a introdução do teatro Vaudeville no fim dos século 19 no meio Oeste americano.

Esse tipo de teatro foi marcado pelo amadorismo, principalmente longe dos grandes centros que revelaram monstros sagrados como Groucho Marx, e o percusionista que acompanhava o piadista era frequentemente uma figura sem importância da trupe, um faxineiro ou um carregador. Nessa época, o imigrante italiano, Giancarllo Petrucci, que trabalhava no show da trupe "Delaney’s wonders", parece ter sido o primeiro a executar o tundum-pá para pontuar o final dos xistes e farsas realizadas nas ribaltas. No final da década de 1930, o antropólogo musical, Francesco Antonionne afirmou ter encontrado registros sólidos de que o tundum-pá seria uma variação romana das marcações do grande tambor usado nos trirremes gregos, seguido do estalido do chicote, resultando na onomatopéia grega "Τυνδυμ πα" que na Sicília romana virou "tvn d’vn pah". A variação tem muita lógica para a região na época por causa do duo percusivo que acompanhavam o quarteto de metais introduzido pelos romanos, o clarin, trombeta, trompus (precursor sem pistos da trompa de Handell) e o Gálicus (tipo de trompa de guerra usada pelos Godos, Astrogodos e principalmente pela Gália pré Vercingentorix). De qualquer forma, toda prova que Francesco Antonionne afirmava ter encontrado foi completamente destruida pelos facistas de Mussolini, que achavam a afirmação de uma raíz grega na cultura percursiva italiana ser perigosamente "anti-nacionalista". Antonionne morreu em 53 e consta que defendeu até o fim de sua vida as descobertas que fez.

15 anos mais tarde, nas ruínas encontradas em Çanakkale, na Turquia, um túmulo de um simples escravo foi encontrado uma inscrição em grego que dizia "depois do tun, o dum e o phá, o vento lhe levou a vida". Se trata, isto, de um epitáfio poético muito comum entre os kóptas, que foram escravizados pelos gregos no Egito de Alexandre o Grande e trazidos como força de tração nos enormes trirremes até a Grécia-mãe ou à terras inimigas. Este escravo anônimo, encontrou seu destino perto da lendária Tróia. De qualquer forma, essa descoberta sustenta a idéia de Antonionne sobre a origem do tundum-pá.

Tudumpa.com

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Comida para montar

sheepiefood

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50 Grandes exemplos de infográficos

dylaninfo

Compilados por Francesco Mugnai [DYT]

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Guardanapo quadriculado

grafonapo

É o Graphkin, ou Grafonapo. Serve para rabiscar mais coisas além de grafos. Tudumpa. [Design Milk]

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