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Como Reblogar?

É muito simples. Aprenda inglês e outras línguas (reblogar conteúdo já reblogado em português é rereblogar, tema para outro blog). Utilize então o Google Reader para acompanhar todos os feeds que prestem.

No meu caso, enquanto leio, eu partilho todos os itens interessantes que encontro. Indiscriminadamente. Basta um clique e o item é “salvo”, além de ser visto e comentado pelos amigos que também partilham seus itens.

Apenas uma parcela dos itens que partilho será reblogada, contudo. Como navegar pelos muitos itens que você partilhou? Isso pode ser um problema se você partilhar dezenas de itens por dia.

Simples, use um leitor de feeds para acompanhar o feed dos itens que você mesmo partilhou. Nada mais reblogado do que isso. No entanto, se a interface do Google Reader é fabulosa para acompanhar milhares de itens em centenas de feeds, não é a ideal para navegar pelos itens que você partilhou e deseja ver e rever, anotar e tudo mais. O Reader é voltado para itens lidos e não-lidos, atualizados constantemente. Além disso, se você adicionar o feed de seus itens partilhados no Google Reader, ele teimará em colocá-los… na pasta de itens partilhados.

Por isso eu uso um outro leitor de feeds para ler o feed que partilhei. Soa doentio, mas é questão de costume. O leitor é um muito simpático e quase tão bom quanto o Reader – em certos aspectos é melhor. É o FeedDemon. Recomendo.

Último detalhe: o endereço de feed de itens partilhados no Reader irá conter apenas os últimos itens que você partilhou, o que não seria muito útil. Isso pode ser resolvido facilmente adicionando “?n=2500” no endereço do feed, onde 2500 é o número de itens partilhados que você deseja que o feed tenha (supondo que você tenha 2500 ou mais itens, que é o limite de itens do FeedDemon).

Este pode não ser o melhor processo de reblogagem – comente contando como você faz! – mas é o que pratico depois de ficar viciado em feeds e em reblogá-los. Este é um reblog, e achei que nada seria mais justo do que, além de sempre citar as fontes da reblogagem, começar contando como faço.

Não há vergonha em reblogar, contanto que se adicione algo e se mencione a fonte. Alguns dos mais visitados blogs no país são constituídos principalmente de reblogagens – e apenas aqueles que não citam as fontes são realmente condenáveis. O mero processo de selecionar o que é reblogado já pode ser válido. Uma simples tradução já torna um conteúdo mais acessível. E um comentário rápido de contexto já soma conteúdo que pode ser valiosíssimo.

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